Quem escreve Cronoauto
Cronoauto é escrito por Flavio Pereira Magalhães, 43 anos, de Maricá, no Rio de Janeiro. Publicado capítulo a capítulo, todo dia, direto no Royal Road — sem pausa editorial, sem arco fechado guardado na gaveta.
Fora da escrita, Flavio trabalha na área comercial como Closer, direto com vendas, negociação e relacionamento com clientes. A escrita entrou na vida dele como uma forma diferente de criar, construir e explorar mundos que sempre fizeram parte da própria imaginação.
Como Cronoauto nasceu
Cronoauto nasceu primeiro como um sonho: criar um mundo que o próprio Flavio gostaria de ler, e depois transformar esse mundo em algo que outras pessoas também pudessem conhecer, acompanhar e sentir. Com o tempo, deixou de ser apenas uma história e passou a se tornar um universo próprio — com Eras, sistema, personagens, criaturas e relações que vão se desenvolvendo ao longo da jornada.
É a primeira obra dele. A escrita em si começou em dezembro de 2025, mas o universo já vinha sendo construído bem antes disso, através de documentos, ideias, personagens e conceitos que só depois ganharam forma como narrativa — e continua crescendo conforme os personagens e o próprio mundo ganham novas dimensões.
Influências
A geração dos anos 90 pesa bastante: Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco, Shurato, Sakura Card Captors — os clássicos que chegaram pela TV aberta e marcaram a infância e a adolescência dele. Do lado mais recente, acompanha Solo Leveling, That Time I Got Reincarnated as a Slime, Black Torch e Tomb Raider King, entre outras obras que trabalham bem evolução, poderes, mundos fantásticos e personagens que ultrapassam os próprios limites constantemente.
Não existe uma única obra ou autor apontado como referência direta — Cronoauto é uma mistura de tudo isso combinado com ideias próprias. A preferência de leitura vai pra histórias com RPG, evolução, progressão de poder, sistemas, classes, criaturas e construção de mundo: aquela sensação de acompanhar um personagem desde o início e ver o próprio mundo crescer junto com ele.
Como é escrever um capítulo por dia
Cronoauto não começou no dia em que o primeiro capítulo foi escrito — já existiam inúmeros documentos, personagens, conceitos e estruturas prontos pro universo. Por isso, escrever um capítulo hoje é mais do que colocar acontecimentos no papel: é dar vida ao mundo, aos personagens, às relações, às regras do sistema e à linguagem sensorial de cada momento. Muitas vezes o destino já está claro, mas o próprio desenvolvimento dos personagens acaba abrindo caminhos que não estavam previstos no início.
A parte mais difícil não muda muito de capítulo pra capítulo: Cronoauto mexe com emoção de propósito. Não é só batalha ou evolução de poder — é fazer o leitor sentir perda, medo, confiança, raiva, superação, pertencimento e vínculo junto com os personagens, na mesma intensidade que o próprio Flavio sentiu escrevendo. Isso só fica mais desafiador conforme a jornada individual do início vira a história de uma família inteira, cada um com a própria memória e o próprio motivo pra estar ali.
O personagem favorito
Rex. Além da força e da evolução, ele carrega o que mais define Cronoauto pro próprio autor: lealdade, instinto, proteção e vínculo. Acompanhar a evolução dele dentro da família é uma das partes favoritas de escrever a obra.
"Venha conhecer o nosso mundo. Cronoauto tem batalhas, evolução, criaturas gigantescas, sistemas, mistérios, superação, personagens que vão se tornando uma família e conflitos que vão ficando cada vez maiores. Mas, acima de tudo, é uma história sobre até onde alguém está disposto a ir para proteger aqueles que escolheu chamar de família."
— Flavio Pereira Magalhães
Capítulo novo todo dia, de graça.